PINOT NOIR

Exasperante de cultivar, fascinante para degustar, a Pinot Noir é a cepa dos grandes Borgonhas tintos. Ao contrário de sua equivalente branca, a Chardonnay, ela resistiu a todas as tentativas de reproduzir em outros lugares o sabor dos crus da Côte d’Or.

Fora da Borgonha, essa cepa produz grandes vinhos em Champagne, onde é quase sempre cortada com a Pinot Meunier (tinta) e a Chardonnay (branca) no mais célebre dos vinhos espumantes. A uva Pinot Noir é amplamente cultivada em outras partes do mundo, mas sua grandeza ainda é contestada.
Na Califórnia, e mais ainda na costa noroeste do Pacífico, certas plantações experimentais deram vinhos de estilo e de qualidade muito variáveis. Por ora, o Oregon registrou sem dúvida os melhores resultados. Quanto à Austrália, ela acaba de descobrir, ou de redescobrir, os vinhedos de clima fresco que essa cepa exige.

O gosto da Pinot Noir é difícil de definir, pois esta, bem mais que outras cepas tintas, depende muito do terroir do qual foi extraída e de sua vinificação. As versões leves são macias e frutadas; os vinhos mais robustos cultivados na madeira são mais complexos e mais densos, embora conservem uma aparência relativamente desbotada e toques de frutas maduras

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